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Pronto para pegar seu Google Glass? - [+]


Outros detalhes haviam sido revelados em janeiro, quando o Glass ganhou a homologação da Federal Communications Commission (FCC, a equivalente americana da Anatel).


A aprovação da FCC significa, entre outras coisas, que os óculos não emitem radiações perigosas para o usuário, ao menos na avaliação do órgão americano. Nos documentos da FCC, há uma intrigante referência a um dispositivo vibratório nos óculos.

Ao que parece, trata-se de um transdutor que usa os ossos do crânio para conduzir o som até os ouvidos. Essa técnica já é empregada, por exemplo, em players de áudio para nadadores. A vantagem dela é que o usuário não precisa usar fones de ouvido. Mas a qualidade do som é geralmente inferior à de um bom par de fones.

O Google ainda liberou uma interface de programação (API) que vai permitir que desenvolvedores criem aplicativos para o Glass. Apps que rodam no smartphone podem enviar textos, páginas no estilo da web (em HTML), imagens e vídeos para os óculos.

Ao mesmo tempo que divulga seus óculos high tech tentando criar interesse neles, o Google procura manter várias coisas em segredo. Apresentações a desenvolvedores têm sido feitas a portas fechadas, sem a presença da imprensa. E ainda não foram divulgadas fotos do interior do dispositivo.

O Google Glass nasceu no laboratório Google X, onde também é desenvolvido o carro sem motorista da empresa. O projeto é liderado por Sergey Brin, que fundou o Google com Larry Page. O vídeo a seguir, publicado pelo Google em fevereiro, tenta mostrar como é o mundo visto através dos óculos high tech:


Veja como ele trabalha (em full screen)

 

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