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Big Data. A Internet está acabando com as pesquisas de marketing - e isso pode ser muito bom para as empresas. - [+]

Elas se perguntam: "Por que eu deveria investir meu precioso tempo e sinceridade para responder questões feitas por alguma pessoa ou empresa que eu nem mesmo sei quem é exatamente?"

O envio de um tweet ou postar um comentário no Facebook é muito mais gratificante para os consumidores de hoje, que obtém feedback em tempo real a partir de amigos também consumidores, e muitas vezes da própria marca, como uma recompensa pelo o esforço de comentar em primeiro lugar.

A antiga pesquisa de mercado, embora ainda importante, carece de gratificação instantânea e interpessoal que a mídia social fornece facilmente.

Enquanto isso, apesar dos melhores esforços das empresas especializadas em pesquisas, os resultados não são mais vistos como plenamente confiáveis.

O Big Data também está reduzindo a necessidade de pesquisas. Por que perguntar às pessoas o que elas gostam, o que elas fizeram, ou o que elas pretendem fazer quando você pode aprender ou prever as respostas para todas essas perguntas pela compilação e análise das massas de dados comportamentais que já estão disponíveis?

O Big Data não sugere que as vozes dos consumidores, opiniões e comentários não são mais necessárias. Pelo contrário, a parceria com os consumidores é mais essencial do que nunca se as marcas realmente querem permanecer relevantes e tendo seus produtos desejáveis pelos consumidores.

Essa nova forma de se fazer pesquisas, no meio digital, significa que podemos nos engajar com os consumidores de uma forma mais recíproca, dinâmica e democrática.

Essa é a chave para um relacionamento mais saudável, mais durável. Nas redes sociais, há um conjunto de ferramentas em constante evolução que permitem que marcas captem a vontade dos clientes sem que estes tenham que investir seu tempo analisando um conjunto de perguntas e respostas previamente elaboradas.

As marcas mais inovadoras descobriram que através das novas tecnologias, podem não só entender as verdadeiras prioridades dos consumidores, mas também impulsionar mudanças reais em sua abordagem.

  

 

 

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